Não tem fim Hoje chegou a Veja. Meus olhos se encheram d´água ao ver a capa: uma mãe (provavelmente libanesa) segurando o filho morto nos braços. De seus olhos, sangue. Não me lembro do título, joguei a revista longe, no sofá. Não quero ler, por enquanto, essa matéria. Ando achando insuportável ver ou ler qualquer coisa a respeito, a falta de caridade dos povos para o que acontece no oriente, toda essa impunidade mundial, essa covardia, esse jogo de interesses que massacra um povo, depois o outro e assim vai. São homens, são mulheres e crianças, velhos, doentes, gente inocente. Ninguém escapa dos judeus filhos da puta e dos americanos gananciosos filhos da puta também. Eles podem tudo, tomam tudo, desgraçam tudo e ninguém faz nada. Estou triste e revoltada. Tenho duas meninas aqui em casa, estão correndo por aqui, brincando, e por todos os deuses, o que eu faria se elas morressem porque jogaram uma bomba? Devo estar no inicio de uma TPM danada, meu coração está apertado e a garganta parecendo fechada como alguém que quer muito chorar, a impotência rasga por dentro. Eu gostaria de poder abraçar essa mulher da foto, mas provavelmente ela me explodiria com mais um montão de gente, não tem fim. - Postado por: Elektrabancore às 20h32 [ ] [ envie esta mensagem ] Sabe, se eu fosse alguém poderoso no governo, tomaria medidas drásticas em relação a essa juventude desocupada e vagabunda que temos hoje. Não adianta termos programas de primeiro emprego, lei consolidada de aprendizes e etc que não vira. O empresário não quer pagar impostos para quem não sabe nada, o custo de ensinar, da “marcha lenta” é dispendioso demais. Se fosse para fazer algo hoje, o governo teria que cortar todos os encargos que gera admitir alguém. É incoerente pagar alguma coisa para alguém que está aprendendo, então, no período de 2 anos (aprendizado), o jovem receberia o salário. A condução e ponto final. Poderia até ter piso de categoria, afinal não dá para equipar muitas funções, mas que fosse facultativo o pagamento de GPS, FGTS, Contr. Sindical, Assistencial, IR e o que mais surtir (afinal, podem existir empresários que queiram pagar alguma coisa, sei lá). Creio que assim, muita gente passaria a admitir esse bando de jovens que não tem mínima chance no mercado, que após esse período de aprendizado poderá sair a campo com experiência ou até se manter na empresa que começou galgando promoções, crescendo junto à empresa. Um lance ideal também é que só fosse empregado o jovem que estivesse devidamente matriculado em escola, e que a escola mantivesse o empresário constantemente informado sobre freqüência em aulas e notas bimestrais. Uma coisa ajuda a outra. Eu escrevo isso aqui mais como um desabafo. È um tanto insuportável andar pelas ruas, ir em alguns shoppings e ver essa meninada desorientada, sem perspectiva, vestindo-se e comportando-se como marginais (muitos fazem questão de parecer aquelas carinhas de gangs dos EUA – tem dó). Também são só idéias, não machuca imaginar coisas que podem melhorar.
- Postado por: Elektrabancore às 21h31 [ ] [ envie esta mensagem ]
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